Vim para falar de uma maneira o mais impessoal possível, afim de não ‘machucar’ ninguém nem ao menos explicitar a minha insatisfação de maneira predatória.
Hoje rompi com o clássico. Disse “chega”, mesmo que dentro de mim apenas, aos antigos padrões. A razão desta mudança repentina para alguns pode parecer sem fundamentos, mas para mim tem fundamentos muito fortes, enraízados, sólidos.
Acredito que não basta, para quem representa o novo, simplesmente encarar o velho como um empecilho. É preciso dizer não. Romper com as barreiras da hipocrisia e demagogia. É preciso ser íntegro e não se deixar corromper pela deliciosa malícia das antigas tradições.
Aos que pensam que falo de tradição cultural e religiosa, digo um não parcial. No ambiente de trabalho, o jeitinho de ser e de fazer as coisas pode sim ser uma característica cultural, mas isso não é peça para se discutir aqui detalhadamente. Quero levar a vocês leitores a indignação e a minha resposta à essas situações.
Antes de divergir, quero também afirmar, com todas as letras possíveis que o wordpress me fornece, que não falo de uma tradição religiosa, extremamente vinculada ao cultural, mas relacionada ao plano metafísico. Do que trato é físico, é sentido nas entrelinhas com uma força impactante se você sabe realmente olhar e fuçar nos lugares certos.
Falo da maneira como as pessoas lidam com suas vidas, e como nós que representamos o novo (não é uma apologia à juventude se pensares assim) somos muitas vezes apáticos quanto a isso. Não adianta sorrir, gargalhar, abrir os dentes perante os monstros que querem te levar ao sistema. Reagir é preciso, também como o era navegar.
Precisamos perceber que nós somos os responsáveis para o direcionamento de nossas vidas, e se talvez os sonhos pareçam longes demais, devemos continuar a buscá-los. Não quero fazer disso um discurso melodramático, muito menos um manifesto socialista de contradição à hierarquia capitalista e o American way of life.
Quero só trazer tudo que disse acima em uma frase: Não jogue sua vida fora!
“Precisamos perceber que nós somos os responsáveis para o direcionamento de nossas vidas”
Sempre repito isso pra mim, muitas vezes. Essa ficha não caiu ainda. Mas irá !!!!
Às vezes as pessoas tem dificuldade de ‘romper com o clássico’, porque, na verdade, não sabem o que querem. Quando a pessoa não sabe o que quer, o que deseja, acaba se atendo à rotina, aos padrões. É muito mais fácil fazer isso do que assumir as consequências de uma escolha. Escolher, muitas vezes, dá medo, devido às incertezas do futuro. Por isso, embora não saiba do que realmente se trata sua ‘revolução pessoal’, me atrevo a imaginar a dificuldade que talvez tenha sido isso pra você.
Diego, torço que você seja feliz com suas escolhas. Uma coisa que aprendi com uma pessoa que foi, e que um dia espero voltar a ser, muito importante pra mim (e ela nem sabe que me ensinou isso xD) é que uma escolha feliz nem sempre é a escolha certa. Se, num hipotético caso, não der certo, basta escolher de novo, UAI !!! A falha não é um problema, o problema é ter coragem de escolher, e assumir as consequências dessa escolha, da mesma forma que as vantagens. Se você não for um completo inconsequente, dá pra arriscar sem problemas. Viver é assim mesmo… Outra coisa que aprendi…
Até que enfim consegui comentar aqui, no Firefox no Linux eu não consegui… Se me permitir, passarei aqui de vez em quando pra dar pitaco na sua vida. Dar pitaco da vida dos outros é divertido !!!! Hehehehehe…
Abraço !!!!
Enquanto isso… Estou preso ao passado e a um sofrimento sem fim…
Quero encontrar a sua força, cara.
Abraço !!!!
Caracaramba cara cara ôôôôôôôôôô