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	<title>Textos Aleatórios... &#187; Filosofia</title>
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	<description>Aleatoriedades saídas de mim, só pelo puro prazer de bloggar :)</description>
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		<title>Textos Aleatórios... &#187; Filosofia</title>
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		<title>Generosidade, homem cordial e coisinhas a mais da vida.</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 01:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá ninguém pessoas que ainda buscam no RSS Feed artigos desse blog. Acho que estou de volta  ´
As férias foram, em todos os sentidos possíveis, momentos de ócio absoluto para mim, às vezes perdendo o senso comum de horário e data. Cheguei a confundir uma quinta-feira com domingo e 16h com 8h, tal era [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=44&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Olá <span style="text-decoration:line-through;">ninguém</span> pessoas que ainda buscam no <strong>RSS Feed</strong> artigos desse <em>blog</em>. Acho que estou de volta <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ´</p>
<p style="text-align:justify;">As férias foram, em todos os sentidos possíveis, momentos de ócio absoluto para mim, às vezes perdendo o senso comum de horário e data. Cheguei a confundir uma quinta-feira com domingo e 16h com 8h, tal era meu comprometimento com minha agenda (teoricamente lotada).</p>
<p style="text-align:justify;">A verdade é que não dá &#8211; ou não consigo por me deixar tomar pela ociosidade &#8211; manter atualizações diárias desse <em>blog</em>. Talvez isso mude, pois ACHO que terei mais assuntos a abordar de agora em diante, com a volta às aulas. Já percebi que o período de aulas e stress é, na verdade, meu momento mais produtivo. É necessário ter um limite de tempo ou prazos para que eu trabalhe, não posso mais mentir para mim quanto a isso, FATO!</p>
<p style="text-align:justify;">A começar, com um <em>post</em> no meio da semana, algo que não deve ser tão comum na blogosfera &#8211; ou talvez esteja errado &#8211; falo de coisinhas que começaram a aparecer a partir da segunda-feira, dia 4 de Agosto. 1° dia de aula do 8° e último semestre do curso de Turismo. Novos desafios estão chegando, entre eles o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e dar um jeito para cumprir as 300 horas de estágio obrigatórias para a formação.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-44"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo sem as devidas apresentações comuns aos primeiros dias de aula, pois os professores desse semestre são velhos conhecidos, começo a imaginar que esse semestre será diferente. Sem desvios, sem aspas, sem <strong>mas</strong>, nem <strong>veja bem</strong>, sinto que até mesmo os alunos <strong>rebeldes sem causa</strong> vão tomar um rumo e desafogar a pressão e a falta de comprometimento com a bom senso nesse ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas antes que solte palavras de fogo aqui mudarei meu discurso. Antes de falar do homem cordial lá do título, que talvez te faça questionar conceitos próprios, falarei sobre a primeira parte: generosidade. Vez ou outra, é preciso dar voz aos que não falam, ou até mesmo aos que não querem falar pois não se importam se não forem notados. Tento escolher as palavras certas não para parecer bonitinho escrever aqui e conseguir uma audiência que babe diante dos textos. Quem sou eu para fazer isso? A verdade é que aquelas pessoas, motorista e cobrador (trocador para os cariocas, ou qualquer outro termo para alguém de outro lugar), no ônibus de volta à casa na segunda-feira ao meio-dia, surpreenderam ao, na maior simplicidade, demonstrar generosidade à uma pessoa desconhecida.</p>
<p style="text-align:justify;">Não se preocupe, explicarei o caso antes que inunde os <strong>Comentários</strong> com palavras malvadas dizendo que não entendeu nada, caro leitor. Acontece que quase no meio-dia durante a segunda-feira dessa semana, horário de pico em qualquer grande cidade como Salvador, uma garota não se sentia bem no ônibus. Minha frieza ou distância e respeito à intimidade alheia me impediram de perguntá-la o que sentia, e além do mais, estava longe demais para fazê-lo. Estando na Bahia qualquer um sabe que será ajudado se estiver em apuros, ou mesmo se não estiver, faz parte do jeitinho brasileiro que acredito ter nascido ou na Bahia ou no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">O cobrador/trocador e o motorista decidiram então levar a garota a um hospital. A garota então, acompanhada de um amigo, nada reclamava, mas devia sim estar agradecendo dentro de si por tal atitude. Ignorando <strong>oxis!!</strong> e <strong>oxentes!!</strong> das pessoas no fundo do ônibus e os olhares de incerteza dos passageiros por causa do desvio da rota diária, cumpriram seu objetivo e entregaram a garota e seu amigo ao hospital.</p>
<p style="text-align:justify;">Acho que pela quebra da constância do universo individualista e ocioso que dias atrás ainda vivia, a cena me fez questionar muitas idéias e conceitos. E além disso, fez com que eu despertasse para uma outra vertente do assunto que quero seguir para meu TCC, e para esse <em>post</em> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;">Até quando a cordialidade, explicada por Sérgio Buarque de Holanda, e o jeitinho brasileiro ainda são verdadeiros? Sabemos muito bem que há pessoas que utilizam isso para tirar proveito de situações em benefício próprio. O cobrador e o motorista desse ônibus, pessoas simples, assalariados como a maioria dos habitantes do país, agiram com livre e espontânea vontade. E de coração bom, creio. Será esse um exemplo da excessividade da cordialidade e vontade de ajudar do brasileiro e do baiano em si?</p>
<p style="text-align:justify;">Já vi cenas, mesmo aqui, em que pessoas agonizavam no meio da rua e os transeuntes simplesmente contornavam o corpo estranho. É justamente por isso que quero questionar os limites dessa mudança de comportamento humano, que embora indíviduos particulares (perdão pela redundância), foram teoricamente influenciados pelos mesmos conceitos de identidade, do jeito de ser brasileiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu TCC falará sobre a utilização da idéia do Homem Cordial como um personagem ou um produto turístico, que tem como palco principal o Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, no final do século XX. Embora possa parecer distante essa análise de Turismo com tudo que falei anteriormente, é de pequenos exemplos que se compõe idéias para a compreensão da obra total.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de estar com um tanto de sono, não é esse o motivo que me fará terminar o post agora, EU JURO! Mas sim a necessidade de guardar assunto para os próximos <em>posts</em>. Quem sabe aqui não se torna uma ferramenta para afogar o <em>stress</em> da produção do TCC. Pode ser pretensão minha, mas não acredito que seja tão difícil assim se houver planejamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto às <strong>coisinhas a mais da vida</strong> que está no título, veremos da próxima vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Até mais <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diegocasaes.wordpress.com/44/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diegocasaes.wordpress.com/44/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diegocasaes.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diegocasaes.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diegocasaes.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diegocasaes.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diegocasaes.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diegocasaes.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diegocasaes.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diegocasaes.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diegocasaes.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diegocasaes.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=44&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tradições continuam&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 14:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[religiosidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem pela primeira vez em minha vida fui à uma Trezena de Santo Antônio. É interessante ter visto como as tradições aqui na Bahia ainda ganham um espaço nos corações das pessoas. Apesar disso, fácil também é ver o conflito entre a preservação cultural e a falta de respeito de alguns.
Mesmo Salvador tendo o título [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=35&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ontem pela primeira vez em minha vida fui à uma Trezena de Santo Antônio. É interessante ter visto como as tradições aqui na Bahia ainda ganham um espaço nos corações das pessoas. Apesar disso, fácil também é ver o conflito entre a preservação cultural e a falta de respeito de alguns.</p>
<p>Mesmo Salvador tendo o título de 3° maior cidade do país, ainda é forte a religiosidade das pessoas daqui. E talvez umas das expressões máximas dessa religiosidade se manifesta no dia de Santo Antônio, famoso santo casamenteiro. Os mais conservadores fazem de suas casas verdadeiros templos e festejam o dia do santo com orações cantadas.</p>
<p><span id="more-35"></span></p>
<p>Não sei ao certo a ordem das orações, das músicas ou a burocracia católica com que esses festejos podem seguir, só sei que há muita gente que participa dessas trezenas pela festa. Alguns até chegam a conversar muito alto no meio das orações, o que eu acho profundamente uma falta de respeito, mesmo não sendo católico. Acho que no mínimo devia-se respeitar as crenças dos outros, mesmo não acreditando no santo em si.</p>
<p>Durante a trezena, percebi que havia vários jovens no lugar. O que me leva a discussão das reticências que dão nome a esse post. Tradições continuam de maneira tão espontânea que sequer conseguimos notar isso. Foi comum ver algumas crianças cantando junto as orações e meninas que deveriam ter seus 16~17 anos participando lado à lado com as pessoas mais velhas (esterótipo da religiosidade católica).</p>
<p>Por me considerar pós-moderno demais, tenho uma certa aversão às tradições em si, apesar de também enxergar beleza nisso (como todo bom pós-moderno contraditoriedade é um <em>must</em>). Imagino se daqui a uns 50 anos, com carros trafegando nos céus, <em>aliens</em> na terra e formas de vidas extintas haverá ainda essas mesmas tradições?</p>
<p>Continuo me perguntando também se quando essas pessoas mais velhas &#8211; os &#8216;líderes&#8217; da perpetuação da tradição, pois possuem o conhecimento necessário para isso &#8211; morrerem, se os jovens conseguirão tomar as rédeas e seguir em frente com esses mesmos costumes?</p>
<p>A história nos mostra o quanto se modificam nossos costumes. Muitos afirmam que o mundo de hoje aniquila essas tradições, mas acredito numa mudança veloz, que não toca o coração de pessoas realmente fiéis aos modelos antigos, e por isso adota um caráter negativo.</p>
<p>Santo Antônio que aguarde novas histórias no futuro da humanidade. Quem sabe daqui a uns 100 anos os netos dos jovens de hoje continuarão a adorá-lo como o fazem hoje, ou surgirá uma nova forma de contemplação para as religiões? Só o tempo nos dirá, infelizmente <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://diegocasaes.files.wordpress.com/2008/06/foto_a0304.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36" src="http://diegocasaes.files.wordpress.com/2008/06/foto_a0304.jpg?w=240&#038;h=300" alt="" width="240" height="300" /></a></p>
<p>Jyaa ne, miina-san.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diegocasaes.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diegocasaes.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diegocasaes.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diegocasaes.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diegocasaes.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diegocasaes.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diegocasaes.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diegocasaes.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diegocasaes.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diegocasaes.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diegocasaes.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diegocasaes.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=35&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>O quão real é a real realidade que nos cerca, seres reais?</title>
		<link>http://diegocasaes.wordpress.com/2008/05/07/o-quao-real-e-a-real-realidade-que-nos-cerca-seres-reais/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 23:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ser Humano]]></category>

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		<description><![CDATA[Após muito tempo sem escrever no blog, mas fazendo o máximo para reunir conhecimento e escrever algo legal, aqui venho pincelar um pouco do que tenho pensado essa semana  
Mas antes disso, quero falar de uma coisa fundamental para a introdução do assunto do tópico: quero falar de Identidade. No último post, falei rapidamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=26&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Após muito tempo sem escrever no <em>blog</em>, mas fazendo o máximo para reunir conhecimento e escrever algo legal, aqui venho pincelar um pouco do que tenho pensado essa semana <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas antes disso, quero falar de uma coisa fundamental para a introdução do assunto do tópico: quero falar de Identidade. No último <em>post</em>, falei rapidamente sobre a idéia de Identidade e a sua representação na <em>web</em> &#8211; e garanto que um dia me dedicarei para escrever umas cem linhas só sobre isso.</p>
<p>O sujeito na <em>Internet</em>, partindo do princípio de sujeito pós-moderno, é a &#8216;bola da vez&#8217;. A gama de informações que nos bombardeia é rápida, efêmera, constante, e pratica malabares na tênue linha da percepção de subjetividade.</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Não sei se necessário, mas devo diferenciar objetividade e subjetividade então. Uma vez que entender essas palavrinhas é o caminho para se compreender a natureza do que quero falar. Acredito que, como eu, muitos que estão lendo esse post sabem muito bem que objetividade é a maneira &#8216;nua e crua&#8217; de compreensão e entendimeno (apesar de achar a objetividade mais ligada às ações e a existência).</p>
<p>Já a subjetividade é produto das relações humanas entre si e entre o meio em que vivem. Incluam nesse meio até mesmo os que não diretamente mantemos contato no plano físico, ou seja, a <em>Internet.</em></p>
<p>Pensando desse modo, vem a questão: nós, enquanto <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cogito_ergo_sum">seres que existem de fato por pensar</a>, vivemos em uma realidade verdadeiramente real? (Perdão por ser tão prolixo Saulo, mas é necessário falar desse modo XD).</p>
<p>Lendo um artigo no <a href="http://br.news.yahoo.com/s/080502/48/gjn2li.html">Yahoo!</a>, retomei uma pergunta que há muito já fragmentava minhas <a href="http://www.eps.ufsc.br/disserta96/mueller/cap4/cap4.htm">redes neurais</a>. A realidade, como vemos, não é tão real assim. Não passa de uma maneira, subjetiva (por isso a introdução dessa palavra anteriormente), de criarmos um sustentáculo para nossos anseios de infinito conhecimento.</p>
<p>Estamos presos dentro de nossas mentes. E é justamente essa prisão inconsciente (que Freud deve explicar de alguma maneira, prometo ler algo sobre isso nas obras dele depois) que cria essa realidade para nos controlar. Talvez posso estar vomitando palavras aqui, mas é uma verdade inescapável que nossas mentes flutuam, mas de lá de cima controlam nosso corpo físico como deseja.</p>
<p>Na natureza, a realidade é estática. Já dizia alguém que não lembro, que o Tempo é parado, nós que nos movemos por ele. E já dizia outro alguém, que &#8220;a presença do homem é que faz das coisas interessantes&#8221;. A realidade nua e crua talvez não seja tão importante assim, se você pensar que ninguém <strong>/humano/</strong> a percebe como ela existe.</p>
<p>Para nós, a existência é motivo para se buscar conhecimento mas é a experiência que nos faz humanos.</p>
<p>Pensei em falar sobre como essa realidade da experiência é tão igual quanto a realidade virtual, mas fica para a próxima.</p>
<p>Jyaa ne, miina-san.</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diegocasaes.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diegocasaes.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diegocasaes.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diegocasaes.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diegocasaes.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diegocasaes.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diegocasaes.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diegocasaes.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diegocasaes.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diegocasaes.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diegocasaes.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diegocasaes.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diegocasaes.wordpress.com&blog=1721702&post=26&subd=diegocasaes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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